Catacomb (Asulum #3) de Madeleine Roux

sexta-feira, 21 de julho de 2017



Catacomb (Asylum #3)

Optei por não colocar a sinopse aqui pra evitar possíveis spoiles. Se quiser conferir, corre lá no SKOOB.


Ficha Técnica:
Autor: Madeleine Roux
Título: Catacomb
Editora: Vergara & Riba
Avaliação Final:  3/5   ♥♥♥


Minha Opinião: Que eu adoro essa série não é nenhuma novidade, tenho devorando os livros e nem acreditei que estava chegando ao fim. Porém, diferente dos outros dois, Catacomb deixou a desejar e não superou minhas expectativas.

Asylum e Sanctum foram envolventes. Apesar de ambos terem um enredo fechadinho, a gente fica sempre querendo mais. Por isso quando comecei Catacomb não fazia idéia do que a história traria, os três Dan, Abby e Jordan estão fazendo uma pequena viagem com o intuito de passarem um tempinho juntos antes de cada um ir pra faculdade – pelo menos Dan e Jordan de certeza vão –, e o plano era apenas esse.

É claro que eles não iam ter paz e descanso.

Continuo adorando as fotografias que são dispostas no livro e que combinam com a história (mesmo que nesse livro elas não combinem tanto assim, nem mesmo as descrições de determinada pessoa combina com a foto apresentada).

Porém, não me senti envolvida com a história. Diferente dos outros dois livros, nesse não consegui gostar do enredo e nem entrar de cabeça nos acontecimentos. Foram que pra que esses fatos começassem a ocorrer, demorou muito e quando enfim aconteceu mais ação, o livro já estava no final e foi tudo muito rápido.

Volto a frisar que a série não é de terror, mesmo que o elemento fantástico esteja totalmente presente. Está mais para um pequeno suspense. Porém, em Catacomb nem isso foi suficiente para deixar a história mais ainda interessante.

Nem a incrementarão de um personagem importante e que poderia ter sido melhor aproveitado deixou a história mais interessante -  pelo menos eu não achei.

Enfim, esperava mais. Infelizmente não foi tudo aquilo, até porque comparada com os dois outros livros o elemento fantástico aqui foi fraco, não foi suficiente para tornar a história boa.

Espero que tenham gostado. Um beijo ;)

Antologia "Poesias Sem Fronteiras" + Outros Jeitos de Usar a Boca

sábado, 15 de julho de 2017


Antologia “Poesia Sem Fronteiras”

XIII Concurso Literário “Poesia Sem Fronteiras”

Organização: Marcelo de Oliveira Souza



Não é novidade que eu goste de ler poesia. Influência que veio de minha mãe, e por conta disso, arrisco escrever umas palavrinhas também.
Tanto é que estou participando desta antologia com a poesia Nós Temos Essa Noite que está na página 181. Composta por 72 escritores e organizada pelo Marcelo de Oliveira Souza.

Eu tenho apenas uma poesia aqui, assim como a grande maioria, mas alguns têm mais. Dependendo da ‘taxa’ que escolheu pagar. As folhas são brancas e também tem a biografia de cada poeta.

Está antologia conta contou com uma premiação:

1° lugar – Mulher Tem Alma?
              Carlos Henrique Vieira Barbosa

2° lugar – A Coroa de Trovas Ás Brisas de Outono
             Paulo Roberto de Oliveira Caruso

3° lugar – Pra Sempre ao Meu Lado
               Andrê Abreu

São escritores dos mais diversos cantos do Brasil. E as poesias não seguem um tema especifico, ou seja, aqui o leitor vai encontrar poemas bastante diversificados.

Já é minha segunda antologia só esse ano. Espero fazer parte de mais outras futuramente.

Se ficou interessado e quer adquirir o livro, AQUI tem todas as informações.


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 Outros Jeitos de Usar a Boca de Rubi Kaur

Sinopse: 'outros jeitos de usar a boca' é um livro de poemas sobre a sobrevivência. Sobre a experiência de violência, o abuso, o amor, a perda e a feminilidade. O volume é dividido em quatro partes, e cada uma delas serve a um propósito diferente. Lida com um tipo diferente de dor. Cura uma mágoa diferente. Outros jeitos de usar a boca transporta o leitor por uma jornada pelos momentos mais amargos da vida e encontra uma maneira de tirar delicadeza deles. Publicado inicialmente de forma independente por Rupi Kaur, poeta, artista plástica e performer canadense nascida na Índia – e que também assina as ilustrações presentes neste volume –, o livro se tornou o maior fenômeno do gênero nos últimos anos nos Estados Unidos, com mais de 1 milhão de exemplares vendidos.

Ficha Técnica:
Autor: Rubi Kaur
Título: Outros Jeitos de Usar a Boca
Editora: Planeta Brasil
Avaliação Final:  5/5   ♥♥♥♥♥
Lido em ebook

Minha Opinião: Quando todo mundo começou a falar desse livro minha curiosidade foi atiçada. Mas, aos poucos, fui também perdendo o interesse.

Quando o peguei para ler, mal sabia que ia adorar e compreender o porque dele ser tão aclamado.
Outros Jeitos de Usar a Boca é composto por pequenos poemas que são divididos em 4 partes:

– a dor
– o amor
– a ruptura
– a cura

Por serem poemas curtinhos, por ser abordado e falado para as mulheres (homens também podem ler), por trazer questões e situações que faz com que nós identificamos, o livro foi acolhido e tido como: “era justamente isso que eu precisava ler”.

Talvez tenha sido o fato de ser um tema atual e recorrente, ou por ter os trechos curtos ou por ser de uma linguagem simples e singular. De fato, não sei. Só sei que é sensacional. Depois de concluir a leitura fica aquela sensação boa por ter lido algo tão bom.

Tem também umas ilustrações traçadas que deixa o livro mais envolvente.


Recomendo para todos. Mesmo para quem não tem o hábito de ler poesia. Você nem vai notar as páginas passando.

Espero que tenham gosta. Um beijo ;)

Ozob - Vol.1. Protocolo Molotov

domingo, 9 de julho de 2017

Sinopse: O futuro chegou. E é pior do que os nossos pesadelos.

O século 22 é uma época escura, feita de cibernética, inteligências artificiais, megacorporações que controlam os governos, redes sociais onipresentes, gangues e violência. No centro de tudo, uma metrópole se ergue em plataformas sucessivas, com prédios que se elevam acima das nuvens.

Construída sobre o que já foi Nova York, Delta City abriga as maiores corporações e milhões de habitantes. Mas, nas ruas sob as plataformas, a Cidade Baixa é o lar de criminosos, miseráveis e escória. O lar de Ozob.
Ozob, um construto genético encomendado por uma corporação, feito à imagem da mente insana de seu criador. Perseguido por seus irmãos sanguinários, só tem mais dois anos de vida. Para ele, nenhum minuto pode ser desperdiçado.



Ficha Técnica:
Autor: Leonel Caldeira, Azaghal
Título: Ozob – Vol.1. Protocolo Molotov
Editora: Nerdbooks
Avaliação Final:  5/5   ♥♥♥♥♥ Favorito




Minha Opinião: Que livro!

Já começa por essa incrível capa, um título nada convencional além de 420 páginas de puro talento BRASILEIRO. Uma edição caprichadíssima, linda, bem revisada, feita especialmente para um dos melhores personagens que eu já tive o prazer de ler em minha vida.

Ozob é único. Aliás, todos os personagens são.

A história se passa em um futuro distópico, mas me transmitiu uma sensação de nostalgia por conta de todas as referências. Para quem passou pelos anos 80 o livro remete bastante esse época. É um universo riquíssimo, que apesar de ser bombardeado de informações, não deixa a leitura monótona ou chata.

Hans Gropp cresceu já como um produto da DataDyne, sua função era construir pós-humanos para a corporação. As coisas mudaram quando ele resolveu fazer algo diferente.  O que para Hans Gropp era sua criação máxima, para a DataDyne era apenas uma “falha”. E foi assim que Ozob nasceu junto com seus irmãos: Zatati Ratatá, Guzzo e Rizzo.

Ozob é excêntrico. Extremamente grande, os cabelos vermelho vivo nas laterais além de ser calvo, sua pele é de um branco puríssimo. Melhor dizendo, sua aparência é de um palhaço. Aliás, todos têm aparência de palhaços que foram muito famosos, à medida que fui lendo fui identificando cada um em que foram inspirados.

Tem tenta ação que quando cheguei mais ou menos na metade do livro estava cansada. Quanto mais eu lia, mais eu queria ler porque achei tudo o universo interessante demais. As cenas de ação, de luta foram bem descritas, consegui visualizar todos os movimentos enquanto lia.

O livro é intercalado com os acontecimentos do presente e do passado de Ozob.  O teor de humor é gostoso, você ler o livro e se diverte dando risada ao mesmo tempo.

Ozob não tem um objeto. Ele apenas quer aproveitar o pouco tempo de vida que tem da melhor forma possível. Eu até que poderia falar sobre ela “trajetória” que o personagem faz, mas aí perderia toda a graça do livro. Que por sinal, tenho que enfatizar novamente, é sensacional!

Ainda bem que li bem pouca coisa a respeito da história em si – como também falei bem pouca coisa dela aqui – e isso foi o diferencial porque fui pega de surpresa e pude ir descobrindo tudo com avidez. Ozob se tornou um dos melhores livros que li esse ano, virou um dos meus livros favoritos. Já estou desejando ansiosamente uma continuação, não vejo a hora de me deleitar com mais aventuras, seres diferentes, e é claro mais desse personagem tão envolvente. 

Ao terminar de ler me senti encorajada a escrever, a ler mais, a explorar e experimentar coisas diferentes. 


Resultado: Antologia Amores Platônicos

domingo, 2 de julho de 2017

RESULTADO



Quero pedi desculpas pelo meu sumiço aqui do blog e também desculpa pela ‘demora’ em trazer o resultado do Sorteio da Antologia Amores Platônicos.

A ganhadora foi: Nayane Evylle Rodrigues Brito

Mandei um email pedindo o endereço, sendo que terá até 3 dias para responder.

Um beijo aos participantes do sorteio. E quem não ganhou não desista, ainda terá muitos sorteios futuramente por aqui.

Hannibal (Hannibal Lecter #3) de Thomas Harris

quinta-feira, 8 de junho de 2017


Hannibal - Thomas Harris


Não colocarei a sinopse aqui pois tem spoiler do livro anterior, caso queira ler clique AQUI.
Ficha Técnica:
Autor: Thomas Harris
Título: Hannibal
Editora: Record
Avaliação Final:  5/5   ♥♥♥♥♥


Minha Opinião: Coloquei para tocar Goldberg Variations enquanto pensava sobre o livro. O encaixe com a história e mais precisamente com o personagem Hannibal Lecter ganhou vida por si próprio. Transpassou as páginas dos livros, ganhou forma com o Anthony Hopkins e se tornou uma figura fictícia conhecidíssima. Mesmo que não se conheça a história, o nome é conhecido: Hannibal Lecter.

O livro se passa sete anos depois de O Silêncio dos Inocentes. Era de se esperar que Clarice Starling evoluísse em sua carreira no FBI, mas as coisas para o lado dela estão mais complicadas do que o esperado.

Hannibal aqui é uma presença constante. Com isso, pude descobrir mais sobre a vida dele, seus gostos, um pouquinho de sua infância e também o que se passa em sua mente. E é claro, seu lado sádico. Todos os detalhes são essenciais. Não fica margem para nenhuma ponta solta. Até mesmo algumas coisas do outro livro foram explicadas.


Temos muitos personagens, inclusive conhecemos a primeira vítima do Dr. Lecter. Mesmo tendo sobrevivido Mason Verger está completamente desfigurado, sua forma física é assombrosa e apesar disso, sua personalidade deturpada não se extinguiu. A obsessão dele pelo Dr. Lecter e o desejo de vingança são o que conduz a história. Até o Brasil é citado, mas sem muitos detalhes.

As últimas palavras do livro são sensacionais. Genial para ser mais precisa. Depois de concluir a leitura e repassar tudo, não tem como não ficar satisfeita por ter lido algo tão brilhante. Hannibal Lecter apesar de tudo é um dos personagens mais incríveis que tive a sorte de ler.

Todos os detalhes são essenciais para a história. Ir catando cada pequena coisa, cada sutileza que constituem o personagem. É quantas coisas que eu até queria contar, mas não posso pra não estragar a surpresa de quem ainda vai ler. Cada cena bem detalhada, cada personagem bem estruturado, não sendo nem de todo bom nem “mal”, mas, na falta de palavra melhor, “humano”.



Hannibal  - 2001

Sinopse: Hannibal "Canibal" Lecter está de volta, vivendo tranquilamente na Europa e trabalhando numa biblioteca. Mas uma antiga vítima pretende se vingar de seus atos do passado, usando Clarice Sterling como isca.

Minha avaliação:  FAVORITO


Sobre o filme: ambos são bastante diferentes. Apesar disso, adoro os dois. E entendo porque tiveram que fazer modificações. A essência permanece. O que mudou foram apenas alguns personagens (outros não existem no filme) e também o final.

Adoro o Anthony Hopkins (estou tão fascinada por ele que estou procurando filmes que ele fez para vê), ele deu vida ao Dr. Lecter. Moldou-se a personalidade do personagem. Já tinha dito isso do outro filme, mas voltou a reforçar nesse, a expressão dele é sensacional. Acho incrível como a elegância e o fato de não demonstrar sentimentos nenhum acaba sendo envolvente.

Apesar de terem mudando a atriz, agora é a Julianne Moore, ela desempenhar bem o papel de Clarice Starling. Mesmo assim, ainda prefiro a Jodie Foster de O Silêncios dos Inocentes.
Já perto do final temos uma cena que é visualmente desconfortável, agora imagina ao ler com todos os detalhes.

Manson Verger apesar de “modificado”, não teve tanto destaque nem foi uma figura essencial na história. O personagem tinha como contribuir muitos, mas foi pouco explorado.

A cena que envolve os porcos foi corrida. Senti falta de bons diálogos. Daquele suspense que antecede grandes acontecimentos, daquela preparação para o encerramento de um grande personagens.

São obras distintas, mas mesmo assim muito boas. Eu já tinha assistido ao filme a muito tempo e muitas coisas já não lembrava e como tem suas diferenças no desenvolvimento da história, tive gratas surpresas ao ler e ao assistir novamente ao filme.

O que ficou agora foi apenas um sentimento boa e ao mesmo tempo de vazio. Bom por ter conhecido um dos melhores personagens já criados, vazio porque ter concluído a leitura e não poder mais acompanhar Hannibal Lecter em suas aventuras.

Beijos